sábado, 25 de setembro de 2010

``A conversão do imperador e a ligação entre o governo e a religião´´


``Todo o homem tem direito à liberdade de pensamento, consciência e religião; este direito inclui a liberdade de mudar de religião ou crença e a liberdade de manifestar essa religião ou crença, pelo ensino, pela prática, pelo culto e pela observâcia, isolada ou coletivamente, em público ou em particular´´.

Introdução:

Olá pessoal na Introdução deste trabalho vou apresentar-lhes para vocês Internautas os Seguintes ítens:
Quem foi Constantino e o que ele pretendia fazer?
Quem foi Thomas Jefferson e quem ele foi?
O que é a separação Igreja-Estado?
Quais são os dois Principios que a Explessão esta se referindo?
Qual foi o periodo de mandato de Thomas Jefferson?
Como o Império Bizantino foi Conhecido?
O que o Imperador fez para atrair habitantes?
Então Internautas estão preparados para dar essa viagem pelo Globo?
Vamos lá!!


Desenvolvimento:

``A conversão do imperador e a ligação entre o governo e a religião´´
A separação Igreja-Estado é uma doutrina politica e legal ou seja é um conjunto de
princípios que servem como base para estabelece que o governo e as instituições religiosas devem ser mantidas separadas e independentes uns dos outros.
A Explessão esta se referindo a combinação de dois principios Secularismo do governo que é uma política com separação de religião e Estado a partir da ideia de que os sacerdotes e as instituições religiosas não devem ter
poder político nem influenciar nas leis.E a liberdade religiosa que é A liberdade de religião e de opinião onde é considerada por muitos como um direito humano fundamental. A liberdade de religião inclui ainda a liberdade de não seguir qualquer religião, ou mesmo de não ter opinião sobre a existência ou não de Deus.
A frase separação da igreja e estado é geralmente citada como tendo origem numa carta escrita por
Thomas Jefferson em 1802 para os Batistas Danbury.Thomas Jefferson foi terceiro presidente dos Estados Unidos e o principal autor da declaração de independência, Jefferson foi um dos mais influentes Fundadores da nação Thomas foi conhecido pela sua promoção dos ideais do republicanismo nos Estados Unidos. Visualizava o país como a força por trás de um grande "Império de Liberdade``
Thomas teve mandato de 4 de Março de 1801 até 4 de março de 1809.
Batistas Danbury foi a Igreja Batista.
A Igreja Batista é uma
denominação cristã caracterizada pela rejeição ao batismo infantil, optando em seu lugar pelo batismo de fé, sempre através da imersão.O nome é derivado de uma comissão para que os seguidores de Jesus Cristo fossem batizados, os batistas interpretarem o batismo.Na qual se refere à Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos da América onde foi a lei fundamental do país.A constituição estabelece a forma federal do Estado, os órgãos de poder, as suas competências e forma de funcionamento.criando um "muro de separação" entre igreja e estado. A frase foi citada pela primeira vez na Suprema Corte dos Estados Unidos da América em 1878 e posteriormente numa série de casos a partir de 1947. Isto levou a uma discussão popular e política sobre o conceito, incluindo críticas de que ela extrapola os limites criados sob a Constituição.
Supremo Corte dos Estados Unidos da América foi a mais alta
corte federal dos Estados Unidos da América; ou seja, possui autoridade jurídica suprema dentro do país para interpretar e decidir questões quanto à lei federal, incluindo a Constituição dos Estados Unidos.
Imperio Bizantino:
O Império Bizantino,inicialmente foi conhecido como Império Romano do Oriente ou Reinado Romano do Oriente,sucedeu o
Império Romano é a fase da história da Roma Antiga caracterizada por uma forma autocrática de governo. O Império Romano sucedeu a República Romana que durou quase 500 anos.
como o império e reinado dominante do
Mar Mediterrâneo. Sob Justiniano I, considerado o último grande imperador romano, albergava Cartago e áreas nos atuais Marrocos, sul da península Ibérica, sul da França, Itália, bem como suas ilhas, península Balcânica, Anatólia, Egito, Oriente Próximo e a Crimeia, no Mar Negro.
Sob a perspectiva ocidental, não é errado inserir o Império Bizantino no estudo da
Idade Média, mas, a rigor, ele viveu uma extensão da Idade Antiga. Os historiadores especializados em Bizâncio em geral concordam que seu apogeu se deu com o grande imperador da dinastia Macedônica, Basílio II Bulgaroctonos (Mata-Búlgaros), no início do século IX. A sua regressão territorial gradual delineou a história da Europa medieval, e sua queda, em 1453, frente aos turcos otomanos, marcou o fim da Idade Média.
Entre o
século III e o século V, o Império Romano viveu uma desastrosa crise nas suas estruturas. A parte ocidental do Império, onde se localizava a capital, Roma, teve que lidar com massivas imigrações de povos do norte e do leste, fenômeno conhecido como invasões bárbaras. Enquanto isso, a parte oriental do Império Romano, que sofria menos com essas invasões, se achava numa situação mais estável, tanto econômica como politicamente.
fazia alguns anos que os imperadores romanos evitavam governar a partir de Roma, escolhendo cidades como
Milão ou Ravenna para morar. A antiga capital, Roma, estava decadente e a elite senatorial era imprevisível quanto à sua fidelidade. Então não foi nenhuma surpresa quando Constantino também conhecido como Constantino Magno ou Constantino o Grande,ordenou, em 324, a construção de uma nova capital no lado europeu do Bósforo. A cidade foi erguida no local da antiga Bizâncio, colônia fundada por gregos de Mégara em 657 a.C.
Constantino pretendia que a nova capital se chamasse Nova Roma, mas o nome de Constantinopla prevaleceu.Em seis anos (324330), os arquitetos e construtores de Constantino restauraram a cidade construindo novas estradas, casas, igrejas e muitas outras edificações. Fizeram uma muralha tripla de 20 km, 50 portões fortificados e decoraram a cidade com ricos objetos de artes vindos de todas as partes do Império Romano.
Para atrair habitantes para a nova capital, o imperador ofereceu às camadas superiores casas construídas seguindo o modelo das de Roma e às camadas inferiores, pão e circo, em grande quantidade.
Constantinopla tinha uma posição privilegiada. Entre os mares de Mármara, Negro e Egeu, constituiu, ao longo de sua história, um verdadeiro entreposto comercial entre o Ocidente e o Oriente.
Nesse período, os imperadores buscaram combater o
helenismo, predominando as instituições latinas. O latim também foi mantido como língua predominante.

Conclusão:

Magno ou Constantino o Grande foi quem ordeu em 324 a construção de uma nova capaital no lado no lado europeu do
Bósforo. A cidade foi erguida no local da antiga Bizâncio, colônia fundada por gregos de Mégara.
Constantino pretendia que a nova capital se chamasse Nova Roma, mas o nome de Constantinopla prevaleceu.
Thomas Jefferson foi
terceiro presidente dos Estados Unidos e o principal autor da declaração de independência, Jefferson foi um dos mais influentes Fundadores da nação Thomas foi conhecido pela sua promoção dos ideais do republicanismo nos Estados Unidos.
Thomas teve mandato de 4 de Março de 1801 até 4 de março de 1809.
A separação Igreja-Estado é uma doutrina politica e legal ou seja é um conjunto de
princípios que servem como base para estabelece que o governo e as instituições religiosas devem ser mantidas separadas e independentes uns dos outros.
Os dois principios que a Explessão esta se referindo são:Secularismo do governo que é uma política com separação de religião e Estado,e a liberdade religiosa que é A
liberdade de religião e de opinião onde é considerada por muitos como um direito humano fundamental.
O Império Bizantino foi conhecido como Império Romano do Oriente ou Reinado Romano do Oriente.
Para atrair habitantes para a nova capital, o imperador ofereceu às camadas superiores casas construídas seguindo o modelo das de Roma e às camadas inferiores, pão e circo, em grande quantidade.

Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Separa%C3%A7%C3%A3o_Igreja-Estado
http://pt.wikipedia.org/wiki/Imp%C3%A9rio_Bizantino

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

A Civilização Romana!!!!

As Migrações no Império Romano!!!!
Introdução!!

Olá pessoal neste trabalho irei relatar sobre ``A Crise do Império Romano``
Então estão Preparados para dar essa viagem á fora?
Espero que sim!!
No início do Império Romano onde surgiu o cristianismo?
Qual foi o século que o Cristianismo começou a se tornar popular?
Por que durante o governo de Nero cristãos foram torturados?
Explique por que os os cristãos gozaram de relativa liberdade?

Desenvolvimento:

Para começarmos o desenvolvimento irei relatar sobre a Quéda do Império Romano que aconteceu em 476 d.C,pelos Hérus.
Os Hérulos foram um povo germânico que uma vez que a parte oriental do Império, que posteriormente os historiadores denominariam
Império Bizantino,continuou a existir por quase mil anos, até 1453, quando ocorreu a Queda de Constantinopla. A queda do Império Romano do Ocidente foi causada por uma série de fatores, entre os quais as invasões bárbaras que causaram a derrubada final do Estado.
As Migrações de Bárbaros de varios povos ocorreu entre 300 a 900 a partir da lingua grega antiga ou clássica.
Na hipótese que as migrações implicaram violentos combates entre os migrantes e os povos invadidos. No entanto, a história provou que nem sempre assim foi, já que os romanos também eram chamados de "bárbaros" (estrangeiros) pelos gregos e os povos migrantes já coexistiam pacificamente com os cidadãos do Império nos anos que Ocorreu este período.
Nesse processo foram destacados os:
Godos(origem sudeste da europa),Vândalos e Anglos(Europa Central), entre outros povos
povos germânicos e eslavos.
Os godos eram um povo
germânico originário, segundo Jordanes, das regiões meridionais da Escandinávia.
Os Vândalos eram uma tribo
germânica oriental que penetrou no Império Romano durante o século V e criou um estado no norte da África, centralizado na cidade de Cartago.
Os Anglos são uma palavra
inglesa moderna usada para se referir is ao povo germano cujo nome deriva-se da antiga região cultural de Ânglia, um distrito localizado em Schleswig-Holstein, Alemanha.
Os germanos ou povos germânicos são um grupo histórico de povos falantes de
línguas européias originárias da Europa Setentrional e identificados pelo uso comum das línguas germânicas, que se diversificaram a partir do germânico comum durante a Idade do Ferro pré-romana.
Os eslavos são uma ramificação étnica e linguística dos
povos indo-europeus, vivendo principalmente na Europa central e oriental.
Os motivos que despoletaram estas migrações em todo o continente são incertos: talvez como reacção às incursões dos
Hunos, pressões populacionais ou alterações climáticas.
Os hunos foram uma antiga
confederação da Ásia Central de nômades ou seminômades eqüestres.
Os historiadores modernos dividem este movimento migracional em duas fases. Na primeira, de
300 a 500, assistiu-se a uma movimentação de povos maioritariamente germânicos por toda a Europa, colidindo, portanto, com as várias regiões ocupadas pelo Império Romano.Foram os Visigodos,os visigodos foram um de dois ramos em que se dividiram os godos, um povo germânico originário do leste europeu, sendo o outro os ostrogodos.Na verdade, os Visigodos foram inicialmente contratados para ajudar na defesa das fronteiras do Império, mas mais tarde seriam responsáveis pela invasão da península Itálica; de imediato, seguiram-lhes os Ostrogodos, liderados por Teodorico.
Os ostrogodos eram um ramo dos
godos, povo germânico que, segundo Jordanes, surgiu na região meridional da Escandinávia.
Teodorico o Grande foi rei dos
godos orientais, os ostrogodos e regente dos visigodos.
Na segunda fase, entre os anos
500 e 700, assiste-se ao estabelecimento progressivo dos Eslavos na Europa do Leste, tornando-a predominantemente eslava, num movimento iniciado pela ocupação da região da actual República Checa
Os Búlgaros eram estabelecidos em Europa pelo século II. No século IV parte deles migrou do Cáucaso do Norte a Arménia. Em 632 estabeleceram a Grande Bulgária
no território entre o Cáucaso e o Danúbio. No século VII Búlgaros migraram também à Baviera, à Península Itálica, à Panónia e à Macedónia. Em 681, o Império Búlgaro expandiu-se nos Balcãs ao sul de Danúbio, e no século IX era o berço do Eslavo Eclesiástico e alfabeto cirílico, que nos séculos subseqüentes foram espalhados aos estados europeus medievais tais como Rússia, Croácia, Sérvia, Valáquia, Moldávia, etc.
Já excluídos do período de migrações, mas ainda na
Baixa Idade Média, formam-se ainda movimentos migratórios, nomeadamente o dos Magiares, para a Panónia, e, mais tarde, dos Turcos para a Anatólia e do Cáucaso (século XI), e ainda a expansão dos Vikings a partir da Escandinávia, ameaçando o recém-estabelecido Império Franco na Europa Central, por Carlos Magno. No século VIII, os árabes tentaram invadir o sudeste da Europa, mas foram derrotados por Khan Tervel de Bulgária e pelo imperador bizantino Leão III em 717, e desviaram sua expansão à península Ibérica.

Conclusão:

No início do Império Romano, o cristianismo surgiu na Palestina que na época, era uma província romana. Jesus Cristo nasceu no príncipio de Augusto e foi crucificado no reinado de Tibério. Para muitos, Jesus era o Messias, o qual, segundo a crença Judaica, seria o filho de Deus que viria a terra para salvar a humanidade do sofrimento. Após a morte de Jesus,seus apóstolos partiram pelo mundo difundindo suas idéias. Principalmente graças ao trabalho de Paulo, formou-se a doutrina do Cristianismo como uma religião de caráter universal.
Durante o século primeiro, o Cristianismo começou a se tornar popular, entre as massas romanasque se achavam desesperadas com as condições de vida. Após um período inicial, em que o Cristianismoera considerado como apenas mais uma entre tantas religiões aceitas pelos romanos, os cristãos passaram a ser perseguidos violentamente pelo governo imperial. Isso porque sendo, sendo o Cristianismo uma religião monoteísta, repudiava os deuses romanos e principalmente o caráter divino atribuído ao imperador. Deve ter contribuído também para essa persiguição, o fato de os cristãos se recusarem a servr o exército.
Particularmente durante o governo de Nero, milhares de cristãos foram torturadose lançados às feras ou queimados vivos. Entretanto, apesar disso , cada vez aumentava o número de convertidos nas catacumbas subterrâneas.
Após a morte do imperador Caracala, os os cristãos gozaram de relativa liberdade. Organizou-se uma sólida estrutura com o estabelecimento de regras de ordenação e sacerdócio. Desenvolveu-se uma administração religiosa ao lado da administração civil. O poderio do Cristianismo foi aumentando cada vez mais.Esse foi o período de crise e decadência do Império Romano. Apesar das mudanças político-administrativas, a corrosão do sistema escravista foi responsável pela desorganização econômica e consequentemente pelas revoltas sociais.
O período compreendido entre os séculos III e V caracterizou-se pela crise e decadência do Império Romano. Apesar das mudanças político-administrativas, a corrosão do sistema escravista foi responsável pela desorganização econômica e consequentemente pela desordem social.






Fontes:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Migra%C3%A7%C3%B5es_dos_povos_b%C3%A1rbaros
http://variasvariaveis.sites.uol.com.br/cir.html

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

``O Império de Alexandre o Grande.``


``A Fusão de culturas na época de Alexandre o Helenismo.``
Introdução!!

Na introdução vou relatar alguns aspectos sobre o meu trabalho:
Quem foi Alexandre o Grande?Qual a causa da sua morte?
O que é Helenismo?
Qual foi A caracteristica da fusão cultural na época de Alexandre o Grande?
Quais foram os melhores e piores países a se adaptarem na linguagem grega?
O que Aristótoles ensinou para Alexandre o Grande?
O que Alexandre veiz aos seus 18 anos de idade?
O que Alexandre deixou nas mãos de seus gênerais?
Desenvolvimento!!

Caraceriza por periodo Helenistico o período da história da Grécia e de parte do Oriente Médio compreendido entre a morte de Alexandre o Grande em 323 a.C. e a anexação da península grega e ilhas por Roma em 147 a.C..Caracterizou-se pela difusão da civilização grega numa vasta área que se estendia do mar Mediterrâneo oriental à Ásia Central. De modo geral, o helenismo foi a concretização de um ideal de Alexandre: o de levar e difundir a cultura grega aos territórios que conquistava. Foi naquele período que as ciências particulares tiveram seu primeiro e grande desenvolvimento. Foi o tempo de Euclides e Arquimedes. O helenismo marcou um período de transição para o domínio e apogeu de Roma.
Em
336 a.C., Alexandre o Grande, filho de Filipe II tornou-se rei da Macedônia e dois anos depois senhor de toda a Grécia. Durante o seu curto reinado de treze anos (de 323 até 336 a.C.) Alexandre realizou a conquista de territórios mais rápida e espectacular da Antiguidade.
Procurando realizar o sonho do seu pai, Alexandre lançou à conquista do
Império Persa de Dario III, que na época governava praticamente todo o Médio Oriente. Bastariam quatro anos e três batalhas (Granico, Issus e Gaugamela) para derrotar o soberano e destruiir o Estado aquemênida. Os três anos que se seguiram, até 327 a.C., foram dedicados à conquista das províncias da Ásia Central denominadas satrapias. Por volta de 325 a.C. Alexandre já se achava no Vale do Indo. Segundo o que se pensa, o macedônio pretendia ir até o Ganges, mas seus soldados recusaram-se a avançar mais, sendo Alexandre forçado a ordenar o regresso.
Devido a sua pouca idade, os gregos acreditavam que seria fácil se libertar da Macedônia. Enganaram-se. Tebas se rebelou com a ajuda de Atenas mas, em dois dias, foi derrotada e Alexandre mandou destruir a cidade. A única casa que ficou de pé foi a casa onde havia vivido
Píndaro, um poeta grego que Alexandre admirava.
Alexandre associou as antigas classes indigentes do Império Aquemênida à estrutura de governo do seu império. Pretendia assim criar um grande estado multiétnico, onde a herança grega e macedônia coexistiria com a herança
persa e asiática. A morte prematura do rei, aos trinta e três anos, deu por terminado este original projeto, na época criticado por macedônios e gregos.
A morte prematura de
Alexandre o Grande aos 33 anos, ainda longe se sua capital, não deixou definida a questão da sua sucessão. Entre os generais de Alexandre - os diáconos - esboçaram-se duas tendências: uma que desejava manter a unidade do império (em memória de Alexandre e da sua família) e outra que pretendia dividi-lo. Nas quatro décadas seguintes, entre 323 a.C. e 280 a.C., os generais de Alexandre enfrentaram-se em lutas que visavam afirmar diferentes objetivos.
A sua carreira é sobejamente conhecida: conquistou um
império que ia dos Balcãs à Índia, incluindo também o Egito e a Báctria (aproximadamente o atual Afeganistão). Este império era o maior e mais rico que já tinha existido. Existem várias razões para esses grandes êxitos militares, um deles é que Alexandre era um general de extraordinária habilidade e sagacidade, talvez o melhor de todos os tempos, pois ele nunca perdeu nenhuma batalha e a expansão territorial que ele proporcionou é uma das maiores da história, a maior expansão territorial em um período bem curto de tempo. Além disso era um homem de muita coragem pessoal e de reconhecida sorte.
Ele herdou um reino que fora organizado com punho de ferro pelo pai, que tivera de lutar contra uma nobreza turbulenta que frequentemente reclamava por mais privilégios, as ligas lideradas por
Atenas, e Tebas (a batalha de Queroneia representa o fim da democracia ateniense e por arrastamento das outras cidades gregas e de uma certa concepção de liberdade),.Alexandre o Grande expândiu o helenismo: criou cidades com o seu nome com os seus veteranos feridos por todo o território e deu nome para cidade homenageando seu inseparável e famoso cavalo Bucéfalo. Abafou uma rebelião de cidades gregas sob o domínio macedónio e preparou-se para conquistar a Pérsia.
Em
334 a.C., empreendeu sua primeira campanha contra os persas na Batalha de Granico que deu-lhe o controle da Ásia Menor.No ano seguinte, derrotou o rei Dario III da Pérsia na Batalha de Issus. Mais um ano depois, conquistou o Egipto e Tiro, em 331 a.C.. Completou a conquista da Pérsia na Batalha de Gaugamela, onde derrotou definitivamente Dario III, o que lhe conferiu o estatuto de Imperador Persa.
No ano seguinte, derrotou o rei
Dario III da Pérsia na Batalha de Issus. Mais um ano depois, conquistou o Egipto e Tiro, em 331 a.C.. Completou a conquista da Pérsia na Batalha de Gaugamela, onde derrotou definitivamente Dario III, o que lhe conferiu o estatuto de Imperador Persa.
O Grande amigo de Alexandre o Grande foi
Heféstion filho de um nobre
da Macedônia.
Heféstion foi amigo pessoal de Alexandre o Grande e foi o vice-comandante do seu exército, até à sua morte.Alexandre casou no minimo com 2 mulheres Roxana, filha de um nobre pouco importante, e a princesa persa Statira II, filha de Dario III da Pérsia. O filho que teve de Roxana, Alexandre IV da Macedónia, morreu antes de chegar à idade adulta.
Logo após assumir o trono, Alexandre reiniciou a campanha contra a
Pérsia. Em 335, convocou a Liga de Corinto e convenceu seus membros a elegê-lo comandante numa guerra de retaliação contra a Pérsia, como seu pai havia feito dois anos antes. Com exceção de Esparta, todas as grandes cidades-estado gregas ficaram a seu lado
A Pérsia havia desempenhado um importante papel na
Guerra do Peloponeso, entre Atenas e Esparta nas três últimas décadas do século V a.C.. Após isso, um tratado assinado em 386 a.C. estabeleceu que as cidades gregas na Ásia Menor continuariam sob domínio persa. Porém no século IV a.C. alguns dos mais poderosos oradores gregos continuavam a clamar pela "libertação dos gregos da Ásia Menor". A Macedônia não era signatária do tratado de 386 a.C. e sua intenção de libertar os gregos da Ásia Menor do domínio persa atraiu a boa vontade da Liga de Corinto, mesmo com os temores das várias cidades-estado em relação ao domínio macedônio
Por ter morrido ainda jovem e sem derrotas, muito se especula sobre o que teria acontecido se tivesse vivido mais tempo. Se houvesse liderado suas forças numa invasão das terras a oeste do
Mediterrâneo, provavelmente teria alcançado sucesso, e, nesse caso, toda a história da Europa ocidental poderia ser completamente diferente.
Uma das principais características de Alexandre Magno foi a maneira como ele tratou os povos vencidos:
- Respeitou suas religiões e instituições políticas;- Incentivou o casamento entre vencidos e vencedores;- Permitiu que jovens persas participassem dos exércitos greco-macedônicos;- Tentou fundir os povos, buscando eliminar as diferenças e as desigualdades entre eles.
Conclusão:

Com o desenvolvimento deste trabalho pode-se concluir que:
Helinismo foi quando o Alexandre o Grande impós a cultura grega, a cultura Helenica.Porque a Palavra Heleno ou Heleniáco é referente ao grego.Muitas pessoas chamavam Alexandre o Grande de Heleno ou Heleniáco.Portanto Helenismo é um certo momento da História um curto momento do momento de fé cristão que vai de (336 a.C) até (146 a.C).Em que os Mafetônicos dominaram grande parte do mundo.Os mafetônicos impusseram a linguagem grega,sendo assim todos eram obrigados a falar Grego.A caracteristica da fusão cultural na época de Alexandre o Grande foi colocar a impossisão da lingua grega.
Os melhores Países com a adaptação a linguagem grega foi:Grécia,Macedonia.
Os Países que não se adaptaram muito bem com a linguagem grega foi:Egito,Palestina,Mesopotamia,Persia e India.
Alexandre o Grande foi o maior conquistador da Macedônia.Seu pai se chamava Felipe II.Quando Alexandre tinha 13 anos,seu pai contratou um dos homens mais sábios a sua época á educa-lo que se chamava Aristótoles.Com seu professor Alexandre aprendeu muitas coisas(diciplinas)retórica, política, ciências físicas e naturais, medicina e geografia,ao mesmo tempo em que se interessava pela história grega e pela obra de autores como Eurípides e Píndaro. Também se distinguiu nas artes marciais e na doma de cavalos, de tal forma que em poucas horas dominou o Bucéfalo, que viria a ser sua inseparável montaria.Na arte da guerra recebeu lições do pai, militar experiente e corajoso, que lhe transmitiu conhecimentos de estratégia e lhe inculcou dotes de comando. O bravo jovem teve oportunidade de demonstrar seu valor aos 18 anos, quando, no comando de um esquadrão de cavalaria, venceu o batalhão sagrado de Tebas na batalha de Queronéia .Depois do assassinato de seu pai em Alexandre subiu ao trono da Macedônia e se dispôs a iniciar a expansão territorial do reino. Para que o poderoso e organizado exército, dividido em infantaria, cuja principal arma era uma lança de grande comprimento e com a sua cavalaria,que foi constituído a base do ataque.11 de junho é o aniversário da morte de Alexandre o Grande em 323 aC . Alexandre morreu na tarde, no palácio de Babilônia , deixando o destino de seu reino nas mãos de seus generais macedônio.


Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Helenismo
http:pt.wikipedia.org.wiki/alexandre-o-grande#vida.

A Civilização Grega!!

Introdução!!

Na Introdução irei relatar os seguintes ítens sobre o meu trabalho:
Como começou a democracia em Atenas?
Por que na Grécia Clássica para ser um cidadão tinha seus limites?
Qual foi o primeiro povo a demontrar uma estrutura política?
Quais os grupos que estavam divididos na grécia?
Então Internautas estão preparados para viajar nessa grande viaje?
Desenvolvimento:

"O que distingue o convívio dos homens nos estados de todas as outras formas de convívio humano que eram bem conhecidas, era a liberdade".
A Civilização Grega existe a mais ou menos a cerca de 1.500 anos a.C. desenvolveu-se na Península Balcânica a Civilização Grega a mais importante da Antigüidade e também a mais influente de toda a história. Arquitetos Gregos criaram estilos que são copiados até hoje. Seus pensadores fizeram indagações sobre a natureza que continuam a serem discutidas nos dias atuais. O teatro também nasceu na Grécia, onde as primeiras peças eram representadas em anfiteatros abertos. Foi em Atenas, uma Cidade-Estado*, que se fundou a primeira democracia, isto é, o governo do povo - embora houvessem escravos, que por não serem cidadãos não votavam -. A sociedade grega atravessou diversas fases, atingindo seu apogeu entre os anos 600 e 300 a.C., com grande florescimento das artes e da cultura. A Grécia foi unificada por Felipe da Macedônia. Seu filho, Alexandre O Grande, disseminou a cultura grega pelo Oriente Médio e pelo norte da África.
As mulheres e as crianças não faziam parte do grupo dos cidadãos.Os escravos eram considerados propriedade do seu senhor.
A partir do século VIII a.c., desenvolveu-se na Península Balcânica uma das Civilizações mais importantes da Antiguidade.A civilização mais importante que já existiu foi a dos Sumérios na antiga Mesopotâmia pois foi lá que se inventou a escrita, a agricultura, a astronomia, as cidades, as leis e muitas outras coisas.
Apesar da cidadania estar restrita, a Democracia Grega foi a mais perfeita forma de governar a História da Humanidade e na Democracia.Na Grécia também foi fundada a Democracia Representativa,que possibilitando a todos o exercício da cidadania tem o desafio agora de educar o seus povos(cidadões).
Em 507 a.C., Clístenes que foi um politico grego que assumiu o comando de Atenas e realizou um vasto programa de reformas, no qual se estendeu os direitos de participação política a todos os homens livres nascidos em Atenas: os cidadãos. Desse modo, consolidava-se a democracia ateniense.
A participação política, contudo, era restrita a 10% dos habitantes da cidade. Ficavam excluídos da vida pública, entre outros, estrangeiros, escravos e mulheres, ou seja, a maior parte da população. Que na época era de 400 000, dividida em 40 000 "cidadãos", 100 000 de estrangeiros, 200 000 de escravos e 60 000 de mulheres e crianças.
As mulheres tinham pouca liberdade pois Casavam-se muito jovens, entre 15 e 18 anos, conforma a escolha dos pais. Após o casamento, tinham de prestar obediência ao marido. As mais ricas viviam em uma boa condição financeira.As mais pobres eram obrigadas a trabalhar. O marido tinha o direito de devolver a esposa aos pais dela em caso de esterilidade ou adultério.
´´Ser cristão é ter direito a vida,á liberdade,a igualdade perante a lei:é em resumo ter direitos civis.E também participar nos destinos na sociedade:votar,ser votado,ter direitos políticos.Os direitos civis e politicos não asseguram a democracia sem os direitos sociais,aqueles que garantem a participação dos individuos na riqueza coletiva:o direito a educação,ao trabalho,ao salário justo,á saúde,a uma velhice tranquila.E tercer a cidadania plena e ter direitos Civis,Políticos e Sociais.``
O texto acima foi relatado na aula de História pelo Professor Vitor que da aula há 19 e ensina no Colégio Alberto Conte.
Fonte:
Jaime e Carlos Pinsky.``História da Cidadania``,Ed.Contexto,2008,pag.9
Porque estudar a Antiguidade Clássica?
De acordo com uma visão eurocêntrica(ou seja uma concepção de mundo concentrado na cultura européia)os historiadores europeus que viveram,estudaram e,escreveram no século XVI criaram a seguinte divisão dos tempos históricos em Idade Antiga,Medieval e Moderna.
A Idade Antiga ganhou uma subdivisão:
antiguidade Oriental(refernte aos Mesopotâmicos,Egipcios,persas,hindus,Chineses e japoneses)e antiguidade classica(referindo-se aos gregos romanos).Essa designação leva em conta não a localização geografica mas a importância a elas atribuidos pelos historiadoresdo Renascimento que pretendiam retomar os valores grego-romanos na construção do mundo moderno.´´Clássico``em latim significa``excelente`` ``de alta qualidade``.
Na verdade,as sociedades grega e romana tornaram-se determinantes para a formação do mundo Ocidental.Tais culturas ainda inflênciam as instituições políticas,as leis e normas civis que organizavam as sociedades ocidentais.
O ocidente europeu colonizou e ajudou a formar a história de diversos sociedades,como a nossa da América Atual.
Fonte:Aula de História com o Professor Vitor 9/08/2010
Conclusão:
A Democracia começou na cidade grega em Atenas.Na Grecia Clássica ser um cidadão tinha seus limeites,pois,escravos e estrangeiros naquela época não era considerado um Cidadão.
No histórico da democracia da Grecia Classica surgem os fundamentos elementares para o regime que domina o ocidente moderno.
Após sofrer algumas mudanças com a passagem do tempo podemos dizer que a democracia sofreu alguns avanços:Há atual democracia
envolve todo cidadão com direitos iguais.Porém, as representações democráticas modernas enfrentam desafios o que sugestiona uma crise da própria representação em benefício de novas alternativas.A literatura aponta os gregos como o primeiro povo a desenvolver uma estrutura política na qual qualquer cidadão livre teria poder de trocar e participar das decisões.Para alguns esse período se compõe numa face pura do chamado governo do povo: a democracia. Entretanto, a sociedade grega estava dividida em três grupos: os cidadãos livres, os escravos e as mulheres. Apenas os homens livres tinham voz e poderiam defender qualquer direitos como contestar argumentos apresentado.Esse era o direito de todo cidadão grego. Condição da qual estavam excluídos as mulheres e os escravos.
Fontes dos Textos:

http://greek.hp.vilabol.uol.com.br/introd.htm
http://lukinha007.spaces.live.com/blog/cns!491FEBA222C5F301!8895.entry
http://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_da_democracia_em_Atenas